quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Virus...será que são todos mauzinhos?
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Aula pratica
Tal mãe, tal filho!!!
Cientistas chineses injetaram uma proteína fluorescente verde no embrião da porca antes do seu nascimento em dezembro de 2006. Como resultado o animal emite uma luz verde quando é exposto a raios ultravioleta, segundo a agencia Nova China.
Depois de acasalar com um porco comum, teve 11 filhotes e dois deles herdaram a característica, explicou Liu Zhonghua, professor na Universidade Agrícola do Nordeste, na cidade de Harbin.
"O focinho, as patas e as línguas dos dois leitões emitem uma luz verde quando são expostas a raios ultravioleta, o que demonstra que a tecnologia para gerar porcos transgenicos por meio da transferência de núcleo celular está pronta", afirmou Liu.
A transferência nuclear consiste em passar o núcleo de uma célula a outra, previamente esvaziada do seu próprio, e é utilizada em particular na clonagem.
Fonte: Yahoo
Bem acho importante que se façam este tipo de investigações. Embora se possa pensar que criar porcos flourescentes seja uma ideia maluca (e em boa verdade até é!) isto pode vir a ser muito util. É uma forma de aperfeiçoar a tecnologia, que pode mais tarde vir a ajudar muitas vidas, por exemplo para criar orgãos humanos para transplantes.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Ser geneticamente guloso....
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Mendel e as ervilhas
Darwin, entretanto, sugeriu que as mudanças evolutivas aconteciam gradualmente; essa hipótese foi provada falsa. William Bateson, na Inglaterra, e Hugo de Vries, na Holanda, descobriram que as espécies parecem evoluir em passos bruscos e descontínuos, chamados por de Vries, em 1900, por "mutações".
No mesmo ano, Vries deparou-se com alguns artigos publicados uma geração anterior pelo monge austríaco Gregor Mendel (1822-1884). Embora esse trabalho tivesse sido ignorado durante a sua vida, Mendel, trabalhando com simples pés de ervilhas, tinha levado a cabo a descoberta de leis da hereditariedade que revolucionariam a biologia e traçariam as bases da genética.
Durante sete anos, de 1856 a 1863, Mendel cruzou e produziu híbridos de plantas com características distintas - plantas altas com plantas anãs, ervilhas amarelas com ervilhas verdes e assim por diante. Ele observou com surpresa que tais características não são diluídas nem resultam em meio-termo, mas são mantidas distintas: o rebento híbrido de uma planta alta e de uma anã era sempre alto, não de tamanho médio.
Ervilhas amarelas cruzadas com ervilhas verdes produziam ervilhas amarelas em vez de
ervilhas verde-amareladas.
E, ainda mais interessante, quando Mendel cultivava os híbridos altos, a geração seguinte retinha as características distintivas encontradas nas plantas "avós": a maioria era alta, porém mais ou menos um quarto delas eram anãs. Da mesma forma, a terceira geração de plantas do cruzamento amarelo/verde eram 75 por cento amarelas e 25 por cento verdes.
Mendel logo deduziu a matemática por trás desse fenómeno. As plantas, tal como os mamíferos, têm dois "pais" e cada um aparentemente contribui com características (alta ou anã, amarela ou verde) para as gerações subsequentes. Portanto, embora a característica de tamanho pequeno possa desaparecer na segunda geração, ela vai aparecer em alguns indivíduos da terceira; desta forma, a segunda geração (híbridos altos) deve ainda conter "instruções" para produzir rebentos pequenos. De facto, tais instruções devem vir em pares, um par de cada pai, e um elemento do par é passado para cada rebento da terceira geração.
É realmente interessante pensar que enquanto todos matavam a cabeça a tentar descobrir os segredos da genética, um monge tenha feito este trabalho extraordinário trabalhando com ervilhas. Ainda mais vindo de um monge que normalmente deveria ir contra a ciência. O metodo que utilizou e surpreendentemente simples e eficaz. É pena que, como de costume, ele não tenha visto o seu trabalho valorizado.
Achei curiosa a ideia de a informação genetica vir em meio-termo...não percebo que se pensasse isso, enfim para isso o filho de um casal constituido por um pai com olhos castanho e uma mae com olhos azuis teria o que? olhos azul-acastanhados? ou um de cada cor?
Procriação medicamente assistida
Embora não existam estatísticas específicas para Portugal, vários estudos referem que nos países ocidentais a infertilidade afecta um em cada sete casais em idade reprodutiva, o que corresponde a cerca de 14% da população. Internacionalmente e em termos clínicos considera-se um casal infértil quando não se conseguiu gravidez após um ano de relações sexuais desprotegidas e regulares.
Há várias possibilidades que podem impedir um casal de ter filhos, das quais apresento um gráfico (em baixo) com o seu grau de incidência em Portugal:
Existem várias técnicas para este efeito sendo que cada uma tem características próprias que lhes permitem ultrapassar vários tipos de problemas de infertilidade.
Um grande problema destas medidas é a sua vertente ética, esta vertente é controlada pelo CNECV (Concelho Nacional de Ética para as Ciências da Vida), para isso o CNECV fez uma reflexão alargada que irei resumir de seguida:
As principais preocupações são as de manter os progressos técnico-científicos da PMA ao serviço da Humanidade e respeito pelo ser humano face aos interesses da ciência. As Técnicas de PMA (procriação medicamente assistida) devem ser única e exclusivamente utilizadas para resolver problemas de infertilidade, sendo que estas técnicas devem ser sempre um último recursos e nunca uma alternativa comum. A única excepção é se se pretender a transmissão de doenças graves, neste caso podem ser utilizadas técnicas de PMA sem que o casal seja estéril.
Nas técnicas de PMA devem ser utilizados gâmetas do casal, sendo que a doação singular de gâmetas deve ser utilizada em casos restritos, por exemplo se se der o caso de um dos elementos do casal ser estéril. O filho resultante de doação de gâmeta pode, ao atingir a maior idade, exigir saber quem é o seu progenitor, portanto esta informação deve ser salvaguardada aquando da doação.
As técnicas de PMA podem ser utilizadas em casais estáveis casados ou em união de facto que tenham problemas de fertilidade. Os profissionais de saúde têm direito a opor-se aos tratamentos de PMA por objecção de consciência.
No caso da inseminação in vitro não é permitida a produção de um número de embriões superior ao destinado para transferência (embriões excedentários) pois todos os embriões produzidos têm direito ao desenvolvimento. Os embriões excedentários que possam por existir, por exemplo se forem excluídos do seu projecto paternal inicial, devem ser reintegrados num projecto paternal através da adopção embrionária, caso se exceda o tempo útil para a adopção embrionária estes devem ser doados á investigação cientifica ou destruídos, sendo que em caso de investigação cientifica esta tem de ser dirigida aos interesses do embrião.
A produção de embriões exclusivamente para investigação científica não é aceitável, por esta razão nenhum especialista que trabalhe em investigação embrionária pode pertencer a qualquer centro de PMA.
Estas são as principais preocupações éticas que controlam a procriação medicamente assistida.
Algumas das técnicas de procriação assistida são:
Inseminação artificial intra-uterina, que consiste na deposição mecânica de gâmetas no aparelho reprodutor feminino; fertilização in vitro, que requer a colocação de vários espermatozóides em volta de um oócito em ambiente laboratorial, e a microinjecção intra-citoplasmática de espermatozóides que é uma técnica parecida com a fertilização in vitro tendo a particularidade de ser seleccionado um único espermatozóide que injectado directamente no oócito.
Concluímos então que existem vários métodos de PMA que só podem ser utilizadas em casos muito específicos, não sendo nunca consideradas uma alternativa aos métodos naturais mas sim uma situação de recurso. Todo este sistema está regulado e segue leis restritas que visam manter a dignidade humana e os valores ético-morais.
Assim sendo as técnicas de PMA contribuem para a resolução de problemas de muitos casais e são uma mais valia na sociedade.
Fonte: CNECV (PDF)
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Orgasmo e ejaculação, é o mesmo???
Já a ejaculação é a saída de esperma pelo pénis.
Na "hora H", há uma contracção dos músculos que ficam na região genital e essa pressão muscular facilita a expulsão do sémen. Embora não seja muito comum, é possível ter um orgasmo sem ejacular – e também o contrário, ejacular sem sentir um orgasmo. Vamos por partes: um homem é capaz de ter ejaculado muitas vezes num único dia e estar praticamente sem esperma no “stock". Assim, ele pode chegar ao quarto ou quinto clímax sem liberar sémen. Homens que tomam alguns tipos de antidepressivo também podem demorar muito mais para ejacular, sendo possível até experimentar um orgasmo sem que a ejaculação aconteça. O mesmo pode acontecer a quem fez cirurgias que mexeram em nervos da região genital.
O caso contrário, a expulsão do esperma sem o clímax, pode ocorrer com quem sofre de ejaculação precoce. Isto às vezes acontece tão rápido, que o sujeito nem chega a sentir o pico de prazer.
Em outras ocasiões, o homem pode estar com uma estimulação sexual tão baixa, que chegará a ejacular sem uma sensação plena de orgasmo.
Bem ao que parece há quarta quinta vez que um homem tiver relações sexuais na mesma noite pode muito bem poupar um preservativo!!! O sistema reprodutor masculino é realmente optimista, esta preparado para a possibilidade de um homem ter relações sexuais 5 vezes num dia!!!
Ora realmente muita gente pensa que é o mesmo ejacular e ter um orgasmo, ora fica se sabendo que nao. Alias nem teria logica pensar que é o mesmo visto que a ejaculação precoce é um problema bem conhecido e que consiste em ejacular antes de ter um orgasmo, o que inviabiliza que sejam o mesmo.
Fonte: Mundo Estranho
terça-feira, 30 de outubro de 2007
5ª aula Pratica
Nesta aula prática concluímos o Relatório 2 o que ainda levou o seu tempo.
Depois cada aluno apresentou o seu trabalho sobre métodos contraceptivos, onde uns urraram uma projecção de um PowerPoint para ajudar e outros apenas apresentaram com uma folha de papel (eu Lol ;) ). Estas apresentações duraram ate ao final da aula.
4ª Alula Pratica
Esta aula prática perdeu o seu lado prático pois não realizamos nenhuma actividade prática. No entanto foi necessária para recebermos e corrigirmos trabalhos realizados nas outras aulas (teste diagnostico Relatório 1) e para realizar um relatório sobre as duas aulas práticas anteriores, que consistiram na observação de preparações permanentes de órgãos relacionados com a reprodução humana.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Video "vasectomia"
Todo o processo é explicado ao pormenor...ficamos a saber o que cada orgao envolvido faz, explica porque é que o homem continua a expelir esperma, por que é que este não contem espermatozoides, etc...
Além disso o facto de realmente vermos os esquemas e as imagens acaba por mostrar melhor o processo e compreendemo lo melhor.